sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MUDE SUA PROGRAMAÇÃO MENTAL E PERCA PESO

Se você ainda resiste à idéia de que corpo e mente trabalham em conjunto e formam um todo indivisível, basta lembrar o modo como seu organismo reage nas situações em que você sente medo, raiva ou leva um susto. O coração dispara, o sangue recebe uma enxurrada de adrenalina, o rosto pode ficar vermelho, você talvez comece a tremer, a respirar mais rápido e até a chorar.

Pessoas que vivem preocupadas com a perda do emprego, com a violência do dia-a-dia ou com a balança – e que passam os dias sofrendo por antecipação – acabam entrando num nível de estresse que termina por gerar desequilíbrios orgânicos. Os males vão da insônia e dores musculares a distúrbios digestivos e cardíacos, passando por depressão, ansiedade crônica e síndrome do pânico. Claro que situações estressantes fazem parte da vida, mas o que você diz a si mesma (ou seja, seus pensamentos e crenças) nessas situações pode ter um efeito tranqüilizador ou deixá-la ainda mais tensa.

O que muita gente que deseja emagrecer não percebe é que os pensamentos têm o poder de aumentar ou diminuir nosso peso. “Quem tenta eliminar os excessos e acaba desistindo geralmente está preso em um padrão mental automatizado (isto é, que já funciona sozinho) baseado no tripé medo–culpa–punição”, explica a psicóloga Maura de Albanesi, especialista em Neurolingüística e diretora do Instituto de Psicoterapia Progressiva, de São Paulo.

O medo é uma armadilha
A pessoa que sente muito medo de engordar ou de não conseguir perder peso é a que ganha quilos com mais facilidade. “Ela acredita que nasceu para ser gorda e que cada caloria ingerida se transformará em gordura em vez de ser eliminada. Mas isso não é verdade, porque o corpo tem a capacidade de liberar e eliminar calorias, de acelerar ou reduzir o metabolismo”, diz.

“Ele só passará a estocar adipócitos se ela tiver algum problema hormonal (o que só ocorre com uma pequena parcela da população) ou emitir uma ordem mental gerada pelo medo e pela crença de que seu corpo estoca na forma de gordura tudo o que come”, exemplifica. A mente, segundo ela, é como um computador que obedece ordens, mesmo que a pessoa não perceba que está mandando. “Precisamos estar muito atentos ao tipo de programação mental que criamos ou reforçamos todos os dias com os nossos pensamentos e crenças, porque o cérebro não distingue se o que pensa e sente como conseqüência desses pensamentos é o que você quer ou não quer, se é real ou não – ela responde como se fosse uma verdade”, adverte.

Crime e castigo
Sempre que a pessoa come mais do que gostaria ou não consegue levar a dieta adiante – ou acredita que cometeu um erro –, entra em ação o sentimento de culpa. “Esse delito para ela, por sua vez, aciona o mecanismo mental da autopunição, que nesse caso é justamente consumir para engordar. O pior castigo para quem quer emagrecer”, analisa a psicóloga.

Na maioria das vezes esse comportamento atua de maneira inconsciente, mas é acionado conscientemente através de pensamentos de revolta por ter saído da linha ou por interromper o regime antes de eliminar os quilos extras que queria. Assim o medo, a culpa e a punição vão se alternando num círculo vicioso sem-fim. “A primeira atitude para quebrar esse padrão é dar-se conta dele”, ensina Maura. Depois é preciso parar de dar força aos pensamentos negativos, deixar de acreditar neles. “O terceiro passo é incluir novos pensamentos e crenças, anulando o antigo mecanismo mental e reprogramando nossa mente de forma positiva.”

"Então, a tendência natural é que nosso organismo entre em equilíbrio, cessando o desejo de comer além da conta"

Programação positiva
Claro que isso não acontece da noite para o dia – é um processo e você precisa ter paciência e carinho para consigo mesma. Dizer coisas como “eu tenho que parar com esse medo de engordar” ou “eu preciso parar de me culpar” é mais uma pressão na nossa cabeça. “Caso a paciente alcance o sucesso, acaba acionando de novo o mecanismo da punição, ou seja, a mesma programação mental que a fez ganhar peso”, explica a especialista.

A origem dessa programação mental negativa são nossas crenças (não as religiosas, mas outras, em mitos emagrecedores). Elas parecem verdadeiras para nós. A bióloga gaúcha Márcia C., 34 anos, 1,70 m, 72 kg, conta que, na infância, os colegas a chamavam de gorda e que isso marcou sua auto-imagem, tanto que ela acreditava não ter capacidade de perder peso. “Olhando minhas fotos da época, vejo que nem estava tão cheinha como diziam. Era, sim, mais alta que minhas colegas, mas estava no peso ideal. Só que cresci com a sensação ruim de que era uma bola. E, por mais que eu emagrecesse, acabava engordando tudo de novo”, conta ela.

Márcia fez uma terapia de regressão e sua antiga crença foi reprogramada – a terapeuta fez com que ela compreendesse que na verdade não era gorda, mas estava em fase de crescimento e era mais alta que as meninas de sua idade. “Só isso já tirou a angústia enorme que eu sentia por me achar condenada a ser gordinha pelo resto da vida. Em três meses, eu perdi quase 5 kg, naturalmente”, comemora.

FOTOS: SÍMB0LO IMAGENSPare de contar calorias
Outra crença comum à maioria das gordinhas é a de que elas precisam ficar iguais às modelos famosas. Por trás dessa necessidade de seguir padrões impostos pela mídia, para ser social e afetivamente aceita, está a falta de percepção de que cada uma de nós é única em sua individualidade. “Abandonar a crença imposta pelo coletivo e nos perceber como indivíduos, em nossa originalidade física e psíquica, significa tirar um peso enorme das costas”, diz Maura. “Sem essa pressão, a ansiedade diminui e emagrecer se torna mais fácil.”

Um antídoto contra o medo de ganhar peso é deixar de lado a tabela de calorias e acreditar, de verdade, que durante a refeição, na hora em que o alimento entra em seu corpo, a própria química orgânica eliminará o desnecessário e transformará os nutrientes em energia, saúde e beleza. “Ter esse tipo de pensamento muda tudo!”, resume Maura.


Após a refeição, ensina ela, faça uma caminhada imaginando a cor vermelha vinda do cosmos em forma de luz, entrando pelo seu corpo e queimando todas as gordurinhas. “Caso haja um deslize, não deixe a culpa se instalar. Em vez de imaginar que errou, pense: consumi o necessário e meu corpo vai digerir e eliminar o excedente. “Acreditando nessa afirmativa, feita com sentimento, evita-se acionar a auto punição e rompe-se o ciclo”, conclui.

Não brigue com você mesma
Já percebeu que a gordinha que você é e a magrinha que gostaria de ser estão sempre em guerra? A gente costuma tomar partido da nossa Gisele Bündchen e cair de pau na rechonchuda: brigamos conosco por assaltar a geladeira, por não caber na roupa, pela celulite, pela frustração... Só que, ao fazer isso, não resolvemos o problema, mas prolongamos a guerra! “O verdadeiro segredo é não ver a gordura como algo negativo nem buscar uma forma física impossível de alcançar, mas aceitar com amor incondicional ser quem somos”, explica a psicóloga Maria Beatriz Severino, única brasileira credenciada a exercer o método desenvolvido pelo americano John Demartini, que participou do filme O Segredo. Por mais paradoxal que pareça, essa aceitação é o caminho das pedras para queimar quilos. Ao nos aceitarmos, a guerra termina e a tendência natural é que nosso organismo entre em equilíbrio, cessando o desejo de comer além do que a fome física pede. “A transformação acontece quando nos damos esse amor”, diz Beatriz. “Quando você se aceita totalmente, transmuta o impulso responsável pela compulsão de atacar a geladeira... E aí, sim, ganha condições de emagrecer!”

Fonte: Revista Dieta Já http://dietaja.uol.com.br
Para ajudar aqui vai o link de um áudio de meditação para favorecer o emagrecimento. http://www.4shared.com/audio/yJuTatCV/meditao_-_para_emagrecer.htm

Saúde!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Benefícios do Amendoim para a saúde

Amendoim bom para o coração

O amendoim é uma boa fonte de gordura monoinsaturada. Este tipo de gordura, predominante na dieta mediterrânea, é fundamental para um coração saudável.

Amendoim uma fonte de antioxidantes

O amendoim que contém não só ácido oleico como o mesmo tipo de gordura saudável que encontramos no azeite de oliveira tem ainda a vantagem de ser muito saboroso e rico em antioxidantes.

Embora não apresente índices de antioxidantes tão elevados como, por exemplo, os dos frutos vermelhos – a romã, a amora, o morango, entre outros - têm, no entanto, um índice de antioxidante muito mais elevado que outros frutos, como a maçã, a cenoura e a beterraba. O amendoim contem uma alta concentração de polifenóis antioxidantes, principalmente um composto chamado ácido p-cumárico, que aumenta o índice de antioxidante em mais 22%.

Rico em minerais que fornecem energia e antioxidantes

O resveratrol é um flavonóide que tinha sido inicialmente encontrado na uva vermelha e no vinho tinto, chegou-se agora á conclusão de que também existe no amenodim.

O resveratrol só por si (um nutriente purificado por via intravenosa, e não através da ingestão de alimentos) é um fitonutriente que ajuda a aumentar em cerca de 30% o fluxo sanguíneo no cérebro, reduzindo portanto o risco de derrame.

Ao estimular a produção e/ou a liberação de ácido nítrico (NO) no revestimento dos vasos sanguíneos (endotélio), leva ao relaxamento muscular e á consequente dilatação dos referidos vasos o que, por sua vez, aumenta o fluxo sanguíneo. Nos animais aos quais foi dado resveratrol, a concentração de óxido nítrico (NO) na parte afectada do cérebro (isquemia) foi 25% maior do que a concentração de NO verificada nos que não receberam resveratrol.



http://www.i-legumes.com

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cientistas descobrem segredo para manter peso após o regime


A maneira como você pensa é fundamental para o sucesso do seu regime. Quem costuma fazer dieta sabe que tão difícil quanto se privar das delícias para perder peso é manter a silhueta conquistada após tanto sacrifício. Quer dizer: ficar livre do temido efeito sanfona.

Pelo menos essa é a conclusão a que chegaram os pesquisadores da USDA (o departamento de agricultura dos Estados Unidos), responsáveis por um estudo científico sobre as estratégias que ajudam as pessoas a manter o peso, além da dieta e da prática de exercícios físicos constante.

A pesquisa, que acaba de ser publicada pelo site gringo Fitsugar, contou com a participação de 926 pessoas que possuíam IMC (o Índice de Massa Corpórea, medida usada para determinar se um indivíduo está ou não obeso) a partir de 25, mas que perderam 10% do seu peso total.

Ao fim dos estudos, os cientistas descobriram que há dois segredinhos imprescindíveis para se manter em forma após terminar um regime. O primeiro é lembrar sempre por que razão você precisa controlar seu peso. O outro é se recompensar por se manter na linha (fazendo atividades físicas e comendo de forma equilibrada e saudável).

Quem seguiu essas estratégias, afirmam os cientistas americanos, tem mais chance de permanecer motivado depois de ter emagrecido.

Dicas preciosas

Saiba que as formas de se recompensar quando se está de regime e depois de já ter perdido peso são diferentes. Presentear-se com uma roupa mais justa ao afinar a silhueta é fácil. Mas o que fazer uma vez que a meta já foi atingida e você segue a vida normalmente? Uma dica é se permitir uma tarde preguiçosa em frente à TV após uma semana de malhação pesada na academia.

O mais importante, porém, é refrescar de vez em quando a sua memória sobre a necessidade de manter sempre uma alimentação controlada e fugir do sedentarismo de uma vez por todas.

Você não precisa ser duro consigo mesmo para que o ponteiro da balança continue no mesmo lugar. Mas também tente se lembrar das consequências para o seu corpo ao escolher seu cardápio. Principalmente se estiver rodeado de guloseimas.

fonte: r7.com

quinta-feira, 30 de junho de 2011

VEJA 10 MALES DO CONSUMO DE AÇÚCAR PARA A SUA SAÚDE

A primeira

mudança alimentar seguida pelas

pessoas que querem emagrecer ou manter o peso é cortar o excesso de açúcar do cardápio. A regra costuma funcionar já que alimentos açucarados viciam. Basta comer um para não conseguir mais parar e aí é aquela briga com a balança. Mas o que pouca gente sabe é que além de ser um dos responsáveis pelo aumento de peso, o consumo excessivo de açúcar está associado a uma série de problemas como enxaqueca, envelhecimento precoce, rugas, estrias, celulites, hipoglicemia, diabetes e até câncer.

Para entender melhor a ação do açúcar, é importante esclarecer que ele é composto por sacarose e outras substâncias químicas que causam prejuízo a quem o consome. Claro que isso depende muito da quantidade e da frequência com que se come, mas o fato é que o excesso faz mal sim.

Você já teve a sensação de começar a comer algum alimento açucarado e ter uma dificuldade imensa em conseguir parar? Na maioria das vezes, você come um atrás do outro, certo? Essa atitude se justifica porque o açúcar vicia e quanto mais consumimos, mais queremos consumir. “Isso acontece porque perdemos a palatividade para o sabor do açúcar”, explica a nutricionista Roseli Rossi.

Confira abaixo os efeitos nocivos do consumo excessivo de açúcar no organsimo e veja porque ele proporciona todas essas complicações:

Câncer
Quando consumido, o açúcar tem rápida absorção e, conseqüentemente, a glicose fica maior na circulação. Para equilibrar, o pâncreas libera insulina, que fica nos tecidos, inclusive no mamário. “Quem já tem câncer de mama iniciado e consome muito açúcar corre o risco de acelerar o desenvolvimento da doença porque a insulina vai estimular o crescimento e aumento das células tumorais mamárias”, afirma Roseli.

Enxaqueca

O consumo de açúcar pode agravar a crise de enxaqueca, sim. Segundo Edgar Raffaelli Jr, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Cefaléia, em entrevista ao site www.cente.med.br diz: “Existe um inimigo que, em geral, as pessoas desconhecem e custam a identificar: o açúcar. Como o controle da glicemia depende também do sistema límbico e o hipotálamo das pessoas que têm enxaqueca funciona mal, as oscilações bruscas da taxa de açúcar no sangue são fatores importantes para deflagar a crise”. Roseli explica: o quadro de enxaqueca piora porque quando consumimos açúcar, muita insulina é liberada, o que acaba desequilibrando os outros hormônios que afetam o sistema límbico.

Diabetes e hipoglicemia
Quem tem vulnerabilidade genética e consome açúcar em excesso, “tem probabilidade grande de adquirir essas doenças”, afirma Roseli.

Obesidade
Como foi mencionado, quando consumimos açúcar, a glicose, que é uma fonte de energia, fica aumentada no organismo e é armazenada em forma de gordura. O pâncreas, por sua vez, libera insulina, hormônio que favorece o acúmulo de gordura abdominal.

Diabete gestacional
“A mulher grávida naturalmente libera mais glicose para o crescimento do bebê. Se a gestante comer açúcar em excesso, sobrecarrega o pâncreas, que não dá conta de remover tanta glicose (tanto aquela proveniente do processo natural da gravidez quanto a vinda do consumo exagerado de açúcar) e o organismo acaba ficando resistente a insulina, provocando a diabete gestacional”, diz a nutricionista.

Estrias, celulites e rugas
O colágeno é uma proteína que dá elasticidade e viscosidade à pele. Quando consumimos muito alimentos doces, acontecem ligações cruzadas de colágeno com açúcar. Essas ligações confusas acabam desestruturando o colágeno. Aí, a pele perde a elasticidade, fica descolorida, inflexível, com rugas, estrias e celulite. “Quem come muito açúcar envelhece mais rápido”, completa a especialista.

Diante de tantos problemas que podem ser desencadeados com o consumo exagerado de açúcar, devemos cortá-lo de nosso cardápio? “Se não consumir, melhor, se consumir, o menos possível”, diz a nutricionista, que ainda aconselha a substituição do açúcar refinado por açúcar mascavo, que é mais rico de nutrientes, embora também seja calórico, ou por mel.

Para aqueles que não conseguem cortar o açúcar da dieta, a dica é consumir no máximo de 35g a 40g por dia. Na prática, segundo a nutricionista Adriana Ávila, da clínica Vitay Medicina de Emagrecimento e Estética, isso equivale a uma colher rasa de açúcar e uma fatia de doce pequena. Por exemplo: um brigadeiro (25g) ou uma fatia de bolo simples (30g) ou uma unidade de chocolate ao leite (30g) ou 3 unidades de bala de goma.


http://cristianaarcangeli.com.br

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pesquisadora de Maringá cria pão francês para diabéticos


Fábio Dias / Gazeta Maringa




Produto é feito com uma fibra importada que inibe o aumento do nível de açúcar no sangue. Novidade, cujo preço é inferior ao do pão convencional, já está à venda e deve se popularizar

O tradicional pão francês agora pode ser consumido também por diabéticos, que, até então, dependiam de pães integrais, que possuem mais fibras e não aumentam o nível de açúcar no sangue. A nutricionista, professora universitária e pesquisadora de Maringá Carla Manfrinatoconseguiu desenvolver um pão especial para esse público.

A receita foi patenteada no fim do ano passado e o produto foi reconhecido como alimento funcional pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Minha ideia foi desenvolver um produto que ajude essas pessoas a ter uma vida mais saudável. Percebi que os diabéticos tinham vontade de consumir o pão francês, mas não podiam”, diz a pesquisadora.

O pão para diabéticos está à venda em Maringá há aproximadamente 30 dias, por um preço inferior ao do pão convencional. “O objetivo é que este pão sempre esteja acessível para todas as classes sociais. Faz apenas 30 dias que comecei a fabricar e vendo o pão a R$ 5,90, o quilo. O pão francês convencional é vendido, em média, por R$ 7”, acrescenta.

Os ingredientes do pão especial para diabéticos são os mesmos do pão francês convencional, como farinha de trigo branca e fermento. O segredo está em uma fibra especial importada daBélgica (cujo nome não pode ser revelado, para que seja preservado o segredo de patente) que ajuda a controlar o nível de açúcar no sangue e não altera o sabor do pão.

“Essa fibra auxilia no controle da glicose sanguínea e, por isso, pode ser consumida por diabéticos, sem problema algum. Foram sete meses procurando essa fibra, que é natural”, explica Carla.

O pão é bem parecido com o pão francês convencional. As diferenças estão na coloração, que é mais branca; e no miolo, que é mais duro que o tradicional. O produto também pode ser consumido por quem não tem a doença. “Os benefícios para quem não tem diabetes também são interessantes, como a perda de peso, com a ajuda das fibras”.

Após dois anos de pesquisa, Carla Manfrinato enviou a pesquisa e as conclusões para um laboratório alimentício da Bélgica, que comprovou a eficácia dos resultados obtidos. A fabricação do produto foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em todo o Paraná.

A presidente da Associação dos Diabéticos de Maringá (Adim), Vercilene Rossi, conta que várias pessoas da entidade conheceram e elogiaram o produto. “É uma descoberta muito importante para as pessoas que tem o diabetes, porque, atualmente essas pessoas comem apenas o pão integral, que pode enjoar, com o tempo”.

Pesquisadora pretende vender a mistura para padarias

A pesquisadora Carla Manfrinato conseguiu autorização da Anvisa para vender também a mistura pronta para padarias e supermercados de Maringá. Com a mistura, o pão francês especial para diabéticos estará em todas as padarias da cidade que se interessarem pelo produto.

“Tenho a mistura pronta e a autorização para vender, mas preciso comprar alguns equipamentos para a comercialização. Como são equipamentos caros, ainda não sei quando vou começar a distribuir a mistura”, esclarece Carla. (Gazeta Maringá)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Xarope de Agave, AGAVE adoçante natural


Xarope de Agave, AGAVE adoçante natural

Novo conceito de saúde adoçando naturalmente os alimentos

O Agave é extraído da Agave Azul Tequilana, uma espécie de cactus nativa do México

O produto, 100% natural e orgânico, possui alto conteúdo de frutose, sem causar danos aos dentes, ao colesterol e a glicose, como faz o açúcar comum, a sacarose

Seu paladar neutro, similar ao açúcar, não altera o sabor dos alimentos., como fazem os adoçantes químicos.

Como é mais doce do que o açúcar refinado, usa-se uma quantidade menor no preparo de pratos - no preparo de receitas, usa-se cerca de 25% menos de Agave que o açúcar refinado.

Tres quartos de uma xicara de Agave é igual a uma xicara de açucar refinado. O Agave é constituido de cerca de 90% de frutose, uma forma natural de açúcar encontrado nas frutas. Com baixo índice glicêmico, o Agave é permitido para diabéticos* e contém apenas 2,89 calorias por grama. É também rico em minerais como ferro, cálcio, potássio e magnésio.

O Xarope de Agave é um alimento orgânico, que naturalmente tem alta concentração de frutose (entre 75% e 85%), proporciona um maior poder adoçante, quando comparado com o açúcar de cana e ainda apresenta baixo índice glicêmico (entre 17 e 30). Além disso: SEM LACTOSE, SEM GLUTEN e VEGANO

O Agave é um gênero de planta suculenta, da família das Agavaceae. Tem sua origem sobretudo do México (nativo de Jalisco). Existem mais de 180 espécies. A variedade Agave Tequilana (ou agave azul) é utilizada para a produção do extrato ou xarope de Agave (forma comercialmente conhecida). Tem coloração amarela clara. Seu odor é agradável e textura mais suave que o mel.

Como todo produto orgânico certificado a planta que dá origem ao AGAVE é cultivada sem nenhum aditivo químico. O processo de beneficiamento da planta é também isento de qualquer substancia química. Através de hidrólises (quebra), filtragens, homogeneização e evaporação obtêm-se o resultado do produto final. (Xarope de Agave)

Algumas propriedades do AGAVE:

Como edulcorante (adoçante) - Frutose - tem poder adoçante 1,3 vezes maior que o açúcar comum.

Os adoçantes dietéticos são, em sua maioria, compostos a partir de substâncias não calóricas, naturais ou sintéticas, conhecidas como edulcorantes. Estes são mais doces que o açúcar branco e responsáveis pelo sabor dos adoçantes de mesa.

A Frutose (adoçante natural). É o monossacarídeo predominante em várias frutas, incluindo maçãs, laranjas e melões. Os vegetais podem conter de 1% a 2% de seu peso na forma de frutose livre e mais 3% de frutose sob a forma de sacarose. A frutose vem sendo empregada como adoçante de bebidas e frutas industrializadas, constituindo de 4,0% a 8,0% de seu peso em decorrência de algumas características, como a maior solubilidade em soluções aquosas.

Potencializador de sabor - melhora e intensifica os sabores dos outros ingredientes como as frutas e sucos.

Facil assimilação - pelo alto conteudo de frutose não requer o uso de insulina na primeira fase metabolização.

Pressão osmótica -Alto teor de monossacarídeos (90 a 93%), apresenta uma alta pressão osmótica , caracteristica utilizada para a inibição do crescimento microbiológico.

Na culinária pode ser utilizado em waffles, pães, para adoçar sucos, iogurtes entre outras.

INDICE GLICÊMICO

O conceito de índice Glicêmico (IG) foi inicialmente proposto por Jenkins et al. (1981). A proposta, a partir de seu estudo, foi de que o IG dos alimentos fosse utilizado para complementar as tabelas de composição de alimentos e para auxiliar na prescrição de dietas para pessoas com diabetes. De maneira geral, os fatores que influenciam na resposta glicêmica são: a natureza do amido (amilose e amilopectina), a quantidade de monossacarídeos (frutose, galactose), a presença de fibras, a cocção ou o processamento, o tamanho das partículas, a presença de fatores antinutricionais (fitatos) e a proporção de macronutrientes (proteína e gordura). O índice glicêmico sinaliza a forma como o carboidrato é digerido, absorvido e utilizado.



TEXTO:

http://www.saudeorganica.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Compare nove tipos de pães antes de inclui-los na dieta



Pão branco (normal)

Também conhecido como pão francês ou pão de sal, o pão branco é o mais consumido pelos brasileiros. Ele é feito com farinha refinada de trigo e é rico em carboidratos e proteínas. Como o índice glicêmico é elevado, o pão branco é usado como padrão para medir a glicose nos alimentos. "Ele é o pão que apresenta o maior índice glicêmico e, por isso, não deve ser consumido antes dos exercícios ou de dormir", diz Vinicius Oliveira.

O hábito de consumi-lo na primeira refeição do dia é bastante saudável, segundo o nutricionista. "Quando acordamos, nosso corpo de uma grande ingestão de energia, já que passou várias horas em jejum. Por isso, o pão branco, que contém mais carboidratos, é o mais indicado", comenta. Após um grande gasto de energia, como depois de uma atividade física, comer um pão branco pode ajudar a recuperar a vitalidade.


Pão integral

O pão integral não é preparado com farinha refinada, o que mantém as quantidades de vitaminas, minerais e fibras dos cereais no pão, tornando-o bastante nutritivo. Mesmo que também tenha carboidratos, as fibras contidas no pão integral desaceleram a absorção de glicemia pelo organismo, o que diminui o índice glicêmico.

"Esse tipo de pão é indicado para antes do treino. Como ele tem grande quantidade de fibras, que fazem o corpo absorver insulina de maneira mais lenta e gradual, garante energia durante todo o treino", explica o nutricionista.


Pão de linhaça

A linhaça é ótima fonte de ômegas 3 e 6, por isso, ela só traz vantagens à sua dieta, além de ser um importante agente antioxidante e renovador celular. Um pão feito dessa sementinha também possui essas caraterísticas. "Ele é rico em fibras e gorduras boas, as insaturadas. Assim, o consumo desse alimento ajuda a melhorar o índice nutricional de nossa alimentação", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella.

De acordo com o nutricionista Vinicius Oliveira, o pão de linhaça, ainda garante ao corpo um aumento de energia e de vitalidade. "A linhaça acelera o metabolismo, o que garante eficácia na produção de energia celular e ajuda a recuperar a fadiga muscular". Por isso ele é uma ótima opção para um lanchinho antes e depois do treino.


Pão de centeio

Esse pão é o campeão no quesito quantidade baixa de gordura. "O pão de centeio é o que contém menos gorduras e proteínas, sendo uma boa opção para quem não quer mais consumir pão branco ou quer ingerir menos gorduras", diz Vinícius Oliveira. Além disso, ele tem praticamente as mesmas fibras que o pão integral, ajudando no processo digestivo. No entanto, esse pão contém mais carboidratos do que os outros tipos.


Pão de Aveia

Rico em ferro, magnésio, zinco, cobre e proteínas, o pão de aveia é bastante indicado para quem tem problemas em controlar a glicemia, já que a aveia é rica em fibras solúveis, principalmente a beta-glucana, que retarda a absorção de glicose e do colesterol, sendo uma sugestão de pão para hipercolesterolêmicos.

Além disso, assim como o pão integral, a grande quantidade de fibras ajuda a abaixar o índice glicêmico, ideal para quem quer fazer um lanchinho antes de alguma atividade física mais demorada.



Pão de milho

O pão de milho, diferente do que é feito de trigo, não perde a casca durante o processo de preparação. Por isso, ele é rico em fibras e minerais, como fósforo, ferro, potássio e zinco. Além desses nutrientes, o pão de milho também é rico em proteínas e vitaminas do complexo B. "Ele é uma importante opção para quem tem doença celíaca, já que o milho não contém glúten", diz o nutricionista Vinicius Oliveira.



Pão australiano

Esse pão, feito de farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, tem uma cor escura, que vem da farinha integral, e um sabor adocicado causado pelo estrato de mel usado durante o preparo. É rico em vitaminas, minerais e fibras provenientes da casca dos grãos de trigo.


Pão Sírio

Também conhecido como pão pita, ele é feito de trigo assim como o pão branco, só que contém menor quantidade de gorduras e de carboidratos. Ele é uma boa opção para quem quer variar a dieta sem aumentar a quantidade de calorias e gorduras ingeridas.


Croissant

Croissant - que quer dizer crescente em francês - é aquele pãozinho em forma de meia-lua, feito com massa folhada e grande estrela do café da manhã dos franceses. Essa opção tem mais gorduras e calorias do que os outros tipos e deve ser consumida com moderação, principalmente as versões recheadas.


Texto: r7.com